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SÃO PAULO – A compra da casa própria pode vir a render dedução no IRPF (Imposto de Renda Pessoa Física).
A medida, conforme publicado pela Agência Câmara, está prevista no PL (Projeto de Lei) 2254/11, de autoria do deputado Edivaldo Holanda Júnior (PTC-MA) e altera a legislação que rege o pagamento de imposto de renda pelas pessoas físicas (Lei 9.250/95).
Segundo o parlamentar, o objetivo da proposta é possibilitar que um número maior de brasileiros tenha acesso à casa própria.
Dedução
De acordo com o texto do projeto, caso seja aprovado, o benefício da dedução só seria válido para casas financiadas junto à construtora ou a agente do sistema financeiro nacional. A restrição, explica o deputado, é assegurar maior transparência nas operações e evitar fraudes.
O projeto tramita em caráter conclusivo e será examinado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
A dedução prevista é de até 50% do valor das prestações do imóvel.
Um diamante é um pedaço de carvão que se saiu bem sob pressão.
No meio da dificuldade encontra-se a oportunidade.
Em setembro, os imóveis mais vendidos foram os de valor superior a R$ 200 mil, com 57,08% do total negociado
São Paulo – As vendas de imóveis usados cresceram 1,91% na capital paulista em setembro ante agosto, com a venda de 246 imóveis, conforme pesquisa do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP). Em agosto, as vendas de imóveis usados caíram 14,47% na comparação com julho.
No levantamento foram consultadas 448 imobiliárias. Em setembro, os imóveis mais vendidos foram os de valor superior a R$ 200 mil, com 57,08% do total negociado. A maior parte das vendas foi realizada por meio de financiamento bancário (53,72% do total), seguido da venda à vista (42,56%), parcelada pelos proprietários (2,48%) e das feitas por crédito de consórcio imobiliário (1,24%).
A pesquisa apurou que a média geral de preços dos imóveis usados subiu 6,6% em relação à média de agosto. No acumulado do ano, entretanto, o valor médio dos usados acumula queda de 2,51%, para uma inflação de 7,31% medida pelo IPCA do IBGE.
Fonte: Exame
A felicidade às vezes é uma bênção, mas geralmente é uma conquista.
Você sempre tem opção. Pode continuar no mesmo lugar, lamentando-se e reclamando, ou arriscar-se a mudar seguindo em frente pronto para conhecer um novo mundo de possibilidades.
No primeiro semestre deste ano, a oferta de imóveis residenciais e
comerciais para locação cresceu 6,32% na cidade de São Paulo.
Apesar do aumento da oferta de imóveis, o setor de locação não tem conseguido atender toda a demanda. Quanto à velocidade da locação, a cada três imóveis disponíveis, dois são alugados em um período de duas a cinco semanas.
Região
Segundo o levantamento, 44% das ofertas de locação na cidade de São Paulo são de apartamentos residenciais, seguidos pelos imóveis comerciais, com 34,5% das ofertas. Já as casas representam 21,5% do total de imóveis para alugar.
De acordo com a pesquisa, 17% dos imóveis disponíveis estão localizados no bairro do Tatuapé, seguido pela Mooca, com 15%. Na sequência aparecem os bairros Jardins e Vila Mariana, com 12% e 11%, respectivamente.
A região do Tatuapé lidera as ofertas de imóveis comerciais para aluguel, com 36% do total. Nas regiões Jardins e Moema, os imóveis mais ofertados são os apartamentos, com 58%.
(infomoney)
“Cada um de nós tem um fogo no coração para alguma coisa. É nossa meta na vida encontrá-lo e mantê-lo aceso.”
Índice encerrou o mês com alta de 0,25%, informou hoje a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, a Fipe.
O resultado do IPC de setembro ficou dentro do intervalo previsto, que ia de 0,17% a 0,28%
São Paulo – O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) em São Paulo encerrou setembro com alta de 0,25%, informou hoje a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). A taxa desacelerou em relação a agosto, quando fechou com 0,39%, mas subiu na comparação com a terceira quadrissemana do mês passado, que havia ficado em 0,22%.
O resultado do IPC de setembro ficou dentro do intervalo previsto pela pesquisa da Agência Estado, que ia de 0,17% a 0,28%, e acima da mediana projetada, de 0,23%.
Os preços do grupo Habitação mantiveram a variação positiva de 0,17% apurada na terceira leitura de setembro. Já no grupo Alimentação, houve desaceleração da alta para 0,37% na última quadrissemana do mês passado, ante 0,44% na pesquisa anterior. O grupo Transportes teve inflação de 0,06%, abaixo da marca de 0,11%, na mesma base de comparação.
No grupo Despesas Pessoais, os preços migraram de uma queda de 0,09% para uma alta de 0,15%, na passagem da terceira para a quarta quadrissemana de setembro. O grupo Saúde desacelerou de 0,64% na terceira leitura para 0,61% no fechamento do mês. Com a alta mais expressiva entre os grupos, Vestuário saiu de 0,09% para 0,64% no encerramento de setembro. Por fim, Educação pouco variou, passando de 0,06% para 0,05%, no mesmo período.
04/10/2011
Fonte: EXAME
18/09/2011
A Pesquisa Secovi sobre o Mercado Imobiliário da cidade de São Paulo apontou, em julho, a comercialização de 2.722 unidades residenciais, com importante contribuição do segmento de 2 dormitórios (aproximadamente 50% do total e 1.346 unidades). Foi a maior participação nas vendas desse tipo de imóvel em 2011.
Praticamente estabilizadas, as vendas variaram 0,2% em relação às 2.716 unidades do mês anterior. Comparado a julho do ano passado, houve redução de 14,3%. “O resultado não surpreende, já que, em 2010, o País atravessava um período de exuberância econômica, com índices de crescimento acima da média”, assinala o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci.
O ritmo de comercialização medido pelo indicador VSO (Vendas Sobre Oferta), de 16,9% em julho, é considerado muito bom e, segundo Petrucci, mostra que o mercado imobiliário está mais equilibrado. O indicador resulta da relação do total de unidades vendidas e a oferta do mês.
Imóveis entre 46 m2 a 65 m2 responderam pela comercialização de 1.219 unidades (44,8% do total), o maior volume de vendas do segmento no ano. Porém, o melhor resultado no índice VSO foi registrado na faixa abaixo de 45 m2 (29,8%), o que reflete a grande demanda para este tipo de imóvel.
De janeiro a julho, as vendas apresentaram redução de 28,6%: foram 14.402 unidades em 2011 contra 20.182 unidades em 2010. “Essa diferença vem diminuindo gradativamente desde o começo do ano. E a expectativa é de que continue reduzindo, tendo em vista que o segundo semestre costuma ter melhor desempenho em relação ao primeiro”, observa.
Fonte: Secovi
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