Abramat: vendas do setor de construção devem crescer até 11% em 2012

A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) prevê que o faturamento nominal do setor deverá ficar entre 9% e 11% maior em 2012, em relação aos R$ 113 bilhões em 2011. Os cálculos, divulgados, foram feitos pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

As variações de crescimento esperadas são calculadas a partir de perspectivas distintas para o cenário internacional. No melhor cenário, o Produto Interno Bruto (PIB) cresce 4% e a produção industrial, incluindo indústria de transformação, mineração e construção, aumenta 4,3%. No outro cenário, o PIB nacional cresce 3% e a produção industrial, 3,5%.

De acordo com a Abramat, a indústria de materiais teve crescimento real de 4% e nominal de 8,2% (considerando o INCC como referência) em 2011. No início, o setor estimava alta de 9% para as vendas.

De acordo com o presidente da entidade, Walter Cover, as medidas de contenção para inflação contribuíram para a desaceleração nas vendas.

Ele citou, no entanto, que existem obras contratadas para o programa “Minha Casa, Minha Vida”, para habitação de mercado e infraestrutura relacionada à Copa do Mundo de 2014 e Olimpíada de 2016. “A construção autogerida vai continuar forte com a renda em elevação”, afirmou.

Fonte: Valor Econômico.

PENSAMENTO DA SEMANA

Com motivação, até a flor mais murcha do campo vira rosa.

Secovi-SP divulga dados do mercado imobiliário

Imóveis de 2 e 3 dormitórios responderam, juntos, por 82,6% do total negociado em janeiro. Unidades de 2 quartos também foram destaque nos lançamentos

O mercado de imóveis novos inicia 2012 com boas perspectivas A venda de unidades residenciais novas na cidade de São Paulo cresceu 28,7% em janeiro, comparado ao mesmo mês do ano passado. Foram comercializados 1.068 imóveis no mês, diante das 830 unidades de janeiro de 2011.

Em valores, o volume movimentado com as vendas aumentou 17,2%, com R$ 504 milhões no primeiro mês deste ano e R$ 430,1 milhões em igual período de 2011. Atualizando o valor negociado em janeiro do ano passado – R$ 460,4 milhões, pelo comportamento do INCC – Índice Nacional de Custos da Construção, da Fundação Getúlio Vargas –, a alta no movimento na comparação dos meses de janeiro foi de 9,5%.

Em período de sazonalidade, a utilização do indicador Velocidade de Vendas ou VSO (Vendas sobre Oferta) de 12 meses proporciona uma visão melhor que o indicador mensal. O VSO de 12 meses, relativo ao período de fevereiro de 2011 a janeiro de 2012, foi de 58,3%, superior aos 57,2% percebidos no ano passado.

Segmentação e lançamentos

Em janeiro, o segmento de 2 dormitórios foi responsável por 43,7% das unidades escoadas (467 unidades) e o nicho de 3 dormitórios, com 415 unidades, participou com fatia de 38,9%. Em síntese, imóveis de 2 e 3 dormitórios responderam, juntos, por 82,6% das vendas em unidades do primeiro mês de 2012.

Os lançamentos residenciais na capital paulista totalizaram 674 unidades em janeiro, com alta de 12,1% em relação às 601 unidades do primeiro mês de 2011. De acordo com a Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), 62% das unidades lançadas no mês correspondiam a imóveis de 2 dormitórios (418 imóveis).

Considerações

O efeito sazonal nos resultados de janeiro, assim como em fevereiro, prejudica qualquer análise sobre os dados do mercado imobiliário. De qualquer forma, o ano deve superar os resultados de 2011, que foi bom, mas abaixo das expectativas em relação aos excepcionais registrados nos anos anteriores.

Fonte: Secovi

Secovi-SP divulga Balanço do Mercado Imobiliário 2011

O Secovi-SP (Sindicato da Habitação) divulgou o Balanço do Mercado Imobiliário em 2011 e as Perspectivas para 2012, durante coletiva de imprensa com a presença do novo presidente da entidade, Claudio Bernardes, e do vice-presidente de Incorporação e Terrenos Urbanos, Emilio Kallas.

Ao apresentar os dados, o economista-chefe Celso Petrucci informou que, nesta edição, o balanço traz um novo indicador, que poderá se tornar parte integrante dos atuais índices. “A velocidade de disseminação da informação e de conhecimento na indústria imobiliária criou a necessidade de ampliar os indicadores que nos ajudam a compreender os caminhos e as tendências desse setor”, justificou.

Segundo ele, 2011 foi um ano de ajustes no mercado de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo. O volume de lançamentos manteve-se nos patamares observados em 2010, com reposição de oferta, e o ritmo de vendas superou a média histórica – justamente em um momento de ligeira instabilidade econômica, reflexo das crises nos Estados Unidos e na Europa.

Em 2012, a economia européia deve continuar a “andar de lado”, ao contrário da norte-americana, que já esboça recuperação. No cenário econômico nacional, as perspectivas são muito melhores: o PIB deve girar em torno dos 3,5% e o momento é de pleno emprego e de crescimento da massa salarial.

Somado a esses aspectos, o Brasil possui elevado potencial de consumo interno e há a previsão de crescimento do crédito habitacional com recursos da poupança da ordem de 30%, o que completa o cenário de expectativas favoráveis para o setor em 2012.

Fonte: Secovi

Índice que reajusta aluguel cai na 2ª prévia do mês, aponta FGV

O índice de preços mensurado pelo IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), usado como referência na maioria dos contratos de aluguel, caiu pela segunda semana consecutiva com variação negativa de 0,11% na segunda prévia de fevereiro, ante alta de 0,22% no mesmo período de janeiro. As informações foram divulgadas pela FGV (Fundação Getulio Vargas) nesta sexta-feira (17). 

No acumulado dos últimos 12 meses, o indicador registra alta de 3,39%, enquanto no ano a alta apurada é de 0,14%.

 Em 2011, o indicador acumulou alta de 5,10%, menos da metade dos 11,32% registrados em 2010.

 O IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo), que representa 60% do IGP-M, registrou variação negativa de 0,31%, ante queda 0,04% apurada no mesmo período de janeiro. 

Já o IPC (Índice de Preços ao Consumidor), que representa 30% do IGP-M, desacelerou de 0,81% na segunda prévia de janeiro para 0,19% nesta leitura de fevereiro. 

O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção), que responde por 10% do IGP-M, também teve desaceleração ao passar de 0,60% na segunda prévia de janeiro para 0,52% nesta leitura. 

O IGP-M de janeiro foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 de janeiro e 10 de fevereiro. As prévias do indicador são apuradas em decêndios –períodos de dez dias.

Fonte: Folha.com

PENSAMENTO DA SEMANA!

Não há nada impossível, porque os sonhos de ontem são as esperanças de hoje e podem converter-se em realidade amanhã.

Projeto prevê que compra da casa própria seja deduzida do IR

SÃO PAULO – A compra da casa própria pode vir a render dedução no IRPF (Imposto de Renda Pessoa Física).

A medida, conforme publicado pela Agência Câmara, está prevista no PL (Projeto de Lei) 2254/11, de autoria do deputado Edivaldo Holanda Júnior (PTC-MA) e altera a legislação que rege o pagamento de imposto de renda pelas pessoas físicas (Lei 9.250/95).

 Segundo o parlamentar, o objetivo da proposta é possibilitar que um número maior de brasileiros tenha acesso à casa própria.

 Dedução

De acordo com o texto do projeto, caso seja aprovado, o benefício da dedução só seria válido para casas financiadas junto à construtora ou a agente do sistema financeiro nacional. A restrição, explica o deputado, é assegurar maior transparência nas operações e evitar fraudes.

 O projeto tramita em caráter conclusivo e será examinado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

 A dedução prevista é de até 50% do valor das prestações do imóvel.

PENSAMENTO DA SEMANA!

Um diamante é um pedaço de carvão que se saiu bem sob pressão.

PENSAMENTO DA SEMANA!

No meio da dificuldade encontra-se a oportunidade.

Creci-SP: venda de imóveis usados cresce 1,91% em setembro

Em setembro, os imóveis mais vendidos foram os de valor superior a R$ 200 mil, com 57,08% do total negociado

São Paulo – As vendas de imóveis usados cresceram 1,91% na capital paulista em setembro ante agosto, com a venda de 246 imóveis, conforme pesquisa do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP). Em agosto, as vendas de imóveis usados caíram 14,47% na comparação com julho.

 No levantamento foram consultadas 448 imobiliárias. Em setembro, os imóveis mais vendidos foram os de valor superior a R$ 200 mil, com 57,08% do total negociado. A maior parte das vendas foi realizada por meio de financiamento bancário (53,72% do total), seguido da venda à vista (42,56%), parcelada pelos proprietários (2,48%) e das feitas por crédito de consórcio imobiliário (1,24%).

 A pesquisa apurou que a média geral de preços dos imóveis usados subiu 6,6% em relação à média de agosto. No acumulado do ano, entretanto, o valor médio dos usados acumula queda de 2,51%, para uma inflação de 7,31% medida pelo IPCA do IBGE.

Fonte: Exame